Alguns programas (por exemplo, o Kdenlive) buscam o mkisofs. Se na instalação do cdrkit-genisoimage o link simbólico para o mkisofs não for criado, deve ser feito manualmente:
# ln -s /usr/bin/genisoimage /usr/bin/mkisofs
# ln -s /usr/bin/genisoimage /usr/bin/mkisofs
http://usuario:senha@ip_do_proxy:portaSe não tiver autenticação
ftp://usuario:senha@ip_do_proxy:porta
http://ip_do_proxy:porta
ftp://ip_do_proxy:porta
http_proxy="http://usuario:senha@ip_do_proxy:porta"
ftp_proxy="ftp://usuario:senha@ip_do_proxy:porta"
export http_proxy ftp_proxy
http_proxy="http://ip_do_proxy:porta"
ftp_proxy="ftp://ip_do_proxy:porta"
export http_proxy ftp_proxy
"São várias pessoas que dizem casualmente que querem alguma funcionalidade, mas não querem criar uma conta."
"Nós temos uma comunidade Flex muito ativa... mas trazer pessoas simplesmente mandando uma idéia sem nada a suportando é difícil - qualquer idéia é boa desde que tenha código com ela".
"Nós ainda estamos tentando entender como fazer a comunidade e empresas dizerem: 'Essa é uma mudança importante e eu quero fazer essa contribuição.'"
"Eu espero ver mais contribuições acontecendo dessa forma. Precisamos construir isso... com o ecossistema crescendo teremos mais contribuições formais em torno dele."
"Tentamos falar sobre os conceitos que pensamos ser importantes e os colocamos no contexto do Flex sem dizer quais outras coisas estamos fazendo na Adobe para tirar proveito disso."
"É um desafio para nós falar sobre as idéias que queremos no Framework Flex sem expor as idéias comerciais que estamos trabalhando."
"Quanto mais o Flex for adotado, mais a Adobe deve se beneficiar. Se o Flex crescer mais por causa dos nossos esforços open-source, teremos um grande grupo de desenvolvedores usando Cocomo. Mas isso não necessariamente é traduzido instantaneamente em dólares."
Desde que comecei a trabalhar em Jacarepaguá tinha curiosidade de saber o que era uma construção no alto de um morro, que via praticamente de qualquer lugar. Esse mês, finalmente fui até lá.
Existem datas diferentes informando a sua construção. O que consta no site da igreja é que em 1661 um negrinho escravo perdeu uma vaca de seu senhor, que ameaçou lhe dar uma surra caso a vaca não aparecesse. O escravo pediu proteção à Nossa Senhora e, ao olhar para o morro, a viu apontando para onde estava a vaca. Tal milagre foi presenciado pelo fazendeiro que em reconhecimento mandou construir uma capela no alto do morro e alforriou o escravo. Foi o primeiro registro de alforria no Brasil.
Em 1664, o Padre Manuel de Araújo construiu a igreja atual, com a marca dos jesuítas. Em seu museu estão relíquias interessantes como uma pedra batismal utilizada por Anchieta e uma cadeira onde D. Teresa Cristina, esposa de D.Pedro II era transportada pelos escravos até o alto do morro.